
Um debate sobre os exames de tireoide está ganhando força na comunidade médica. Hoje, os exames não estão incluídos nas checagens regulares das mulheres durante a gravidez, mas existe a possibilidade de que o exame se torne obrigatório.
A tireoide é uma glândula que produz hormônios e pode interferir em qualquer tipo de célula do corpo. Ela é importante para o desenvolvimento do cérebro do feto principalmente nos três meses de gestação. Vários estudos têm mostrado que o mal funcionamento da tireoide pode aumentar as chances de acontecer um aborto, do bebê nascer prematuro ou até interferir de forma negativa no QI da criança.
O hipertireoidismo, um dos mais famosos problemas relacionados à glândula, acelera as funções do corpo, provocando perda de peso, ansiedade e nervosismo, além de aumentar o batimento cardíaco e causar problemas na visão. Já o hipotireoidismo (tireoide com funcionamento mais lento) causa fadiga, ganho de peso, depressão e pele seca.
Além disso, pode elevar o nível de colesterol. Como os exames para saber como anda o funcionamento da glândula não está incluído nas checagens regulares, tanto o bebê quanto a futura mãe correm risco de terem a saúde afetada. As informações são do jornal Folha de São Paulo.




