Dores mais comuns em bebês

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançou o Consenso sobre Dores Pouco Valorizadas em Crianças. O documento traz modernas evidências científicas para ajudar os médicos a diagnosticar e tratar oito tipos de dores. Estas, costumam ser comuns em crianças e adolescentes e não costumam receber muita atenção nos consultórios médicos.

O objetivo do texto, além de ajudar os médicos, é evitar que crianças recebam remédios inadequados, o que aumenta o risco de efeitos colaterais. A queixa mais frequente em consultórios e hospitais é de dor de cabeça. A dor abdominal recorrente fica em segundo lugar no índice de reclamações. No entanto, quando se trata de bebês, existem mais dois tipos de dores comuns que são pouco valorizadas. A primeira é causada pela erupção dental. Ela começa a aparecer por volta do sexto mês de vida. Entre os sinais de incômodo, estão salivação excessiva, vermelhidão e inchaço na gengiva, vontade de morder objetos e falta de apetite.

Já a segunda é chamada de cólica do lactente. O problema é mais comum em bebês pequenos e tem como principais características a irritabilidade, choro frequente, gritos acompanhados de mão apertada, flexão de joelhos e excesso de gases. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

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