
A osteoporose é uma doença de progressão lenta. Quem faz o primeiro teste e tem resultado normal aos 65 anos pode esperar até 15 anos para a próxima densitometria óssea, segundo informa um estudo publicado pela revista médica “New England Journal of Medicine”. O levantamento faz parte de uma iniciativa que tenta reavaliar o diagnóstico e tratamento da doença.
Os bisfonatos, principais drogas usadas para combater a osteoporose, conseguem prevenir fraturas, mas os médicos não querem mais que as mulheres, mais afetadas após a menopausa, tomem as drogas para sempre. Além disso, os médicos têm questionado se a densitometria óssea precisa ser requisitada frequentemente, já que ela usa uma dose baixa de radiação. Hoje, ele é repetido anualmente ou a cada dois anos.
O exame é feito da seguinte maneira: o paciente deita na maca e o aparelho emite raio-x em diferentes níveis de energia. O resultado é obtido pelo cálculo da taxa de absorção dos raios para determinar se está acontecendo perda na densidade óssea.
A densitometria óssea deve ser feita por mulheres com mais de 65 anos ou com IMC (Índice de Massa Corporal), homens com mais de 70, pessoas que tomam remédios que alterem a densidade óssea ou que tenham sofrido fraturas sem trauma.




